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A Cruz dos Anjos

por Pilantras, em 03.11.16

A Cruz dos Anjos, encontra-se na Câmara Santa da Catedral de S. Salvador, em Oviedo.

Esta Cruz tem uma lenda: esta que o Ventor contou ao Quico e agora a mim. Pelos milénios, o Ventor tem visto cada coisa!

 

 

 A Cruz dos Anjos

This file is licensed under the Creative Commons Attribution-Share Alike 3.0 Spain license. Autor Zarateman

 

Um dia. caminhava o Ventor por terras das Astúrias, corria o ano de oitocentos e qualquer coisa. Ia fazer uma visita ao, então, Rei das Astúrias, D. Afonso II, o Casto. O Ventor tinha viajado no seu velho cavalo Antar, desde Córdoba e sabendo numa tasca de Canga de Onis que Afonso II se tinha deslocado a França. para fazer uma visita a Carlos Magno, pensou dar uma olhada sobre as Montanhas da Cantábria e estudar a barreira natural por elas formadas para continuarem a obstacular as investidas sarracenas.

 

D. Afonso II, o Casto, tinha mudado a capital do reino para Oviedo e o Ventor sabia que D. Afonso II, queria uma Catedral em Oviedo e, com os seus arquitectos, planearam a arquitectura dessa catedral. Porém era bom que se aproveitassem as construções existentes, então, como a cripta de Santa Leocádia.

 

 

A Cripta de Santa Leocádia, dentro da catedral de S. Salvador de Oviedo

 

A construção da Catedral de Oviedo, levou cerca de três séculos.

 

 

Catedral de Oviedo tirada da wikipédia

 

Mas voltando à Cruz dos Anjos.

Quando D. Afonso II, o Casto, regressou de França de uma das suas visitas a Carlos Magno, vinha a pensar, como poderia fazer uma cruz para a sua futura nova Catedral, que ficasse como uma obra de referência para a posteridade. Ele sabia que a Cruz da Vitória que o nosso amigo Pelágio tinha usado na batalha de Covadonga tinha sido feita de carvalho e pensava que as Astúrias mereciam uma cruz que mostrasse ao mundo a sua grandeza, em Arte e em Fé.

Afonso II, o Casto, caminhava, lado a lado, com o Ventor, à sombra das árvores de um bosque, onde predominavam carvalhos, castanheiros e amieiros, desceram das montadas, sentaram-se numa pedra e, Afonso II disse ao Ventor, o que pensava fazer. Disse que a Cruz onde Cristo morreu, merecia uma nobre representação de ouro e pedras preciosas e seria essa cruz que devia representar a grandeza religiosa das Astúrias. Junto deles, por trás de umas rochas, acabavam de acordar dois peregrinos que ouviram parte da conversa e sabiam tratar-se de uma cruz com ouro e jóias. Dirigiram-se a D. Afonso II e ao Ventor e viram que se tratava do rei, fizeram a sua reverência e disseram ser artesãos com capacidade artística para fazer esse trabalho.

 

D. Afonso II olhou o Ventor que encolheu os ombros e sorriu. O rei observou os peregrinos e disse-lhes: "venham connosco e vamos tratar do assunto"! Seguiram e o rei, depois de muito pensar, fez o que os peregrinos lhe pediram. Um local isolado para trabalhar, a madeira, o ouro e as jóias e não queriam ser incomodados por ninguém, enquanto executassem a obra.

 

 

 

 Em cima. a Cruz dos Anjos, em baixo, à esquerda a Cruz da Vitória e à direita, a caixa das ágatas

This file is made available under the Creative Commons CC0 1.0 Universal Public Domain Dedication. Autor Zarateman

 

O rei estava sempre a mandar os seus assistentes para verem o andamento dos trabalhos mas o local mantinha-se fechado. Por fim, julgando que tinha caído no conto do vigário, decidiu ir lá, não tivesse sido vigarizado por peregrinos ladrões. Ao chegar, verificou que a porta do local resplandecia luz e a cruz estava pronta tal como tinha sido combinado. Ao lado da Cruz estavam as roupas dos peregrinos. Os peregrinos tinham sido anjos e D. Afonso II, o Casto, mandou fazer dois anjos de ouro para ficarem sempre ao lado da Cruz. Foi esta segundo pensam os especialistas, a primeira obra de ouro e pedras preciosas realizada nas Astúrias.

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publicado às 22:36

Taj Mahal

Taj Mahal, na cidade de Agra, India



O Bisonte de Altamira

O Ventor disse-me que já conversou com os velhos amigos da Gruta de Altamira. Disse-me também, tal como já tinha dito ao Quico, e tal como ele disse no seu post, em Glória a la Vida, que o gelo aterrorizava. Como o Quico terá sido feliz aqui, a penetrar a Net, e a ouvir as histórias do Ventor! Será que era tão feliz como eu? Só o Senhor da Esfera saberá.


Playlist de vídeos de Músicas que me contam histórias, no Portal Quico97


As minhas Músicas no Youtube

Este é o vexilóide de um império que apareceu para os lados da India logo à passagem de Alexandre Magno pelas margens do rio Indo. Este império iniciou-se em 322 A.C. e durou até 185 A.C., cerca de 137 anos.
O Império Máuria foi iniciado por Chandragupta Máuria, que conquistou o reino de Maghada e depôs a dinastia Nanda. O império Máudia expandiu-se por toda a India, desde os Himalaias, até à Persia, com Paquistão e Afeganistão, tendo conquistado vastos territórios a Seleuco, um dos generais de Alexandre.
Dos 9 imperadores do Império Máuria, foi o imperador Ashoka Vardhana que favoreceu o Budismo, se tornou budista e tornou-se já então, grande defensor dos direitos dos animais.
Vale a pena os gatos reflectirem sobre este imperador Ashoka, unificador da India, onde ainda hoje há animais que são sagrados.

Ticas - o gato Pilantras

Links dos nossos Blogs

Os Blogs do vosso amigo Pilantras
Pilantras - o Ticas - O Ventor, chamou-me, na minha caderneta, Quico Pilantras, mas no dia a dia, quando manda vir comigo, se faço uma coisa mal feita, chama-me Pilantras e se está bem disposto, chama-me Ticas!Aqui, tentarei falar-vos de tudo, um pouco.
Pilantras, nos Trilhos do Ventor - Aqui, vou tentar acompanhar o que o Ventor vai fazendo durante o decorrer da sua (nossa) vida. Não pensem que vai ser fácil!
Pilantras, nos Trilhos do Quico - Neste blog, irei, aos poucos, tentar acompanhar os meandros em que o Quico se metia. Darei continuidade à sua Grande Caminhada e, através dela, tentarei falar de males da História, que sempre apoquentarem o mundo.
O Fotoblog do Pilantras - Por este Blog, farei, com o tempo, passar fotos de flores, de animais e mais motivos, que me pareçam de inteesse, para mim e para o Ventor. E, claro, esperarei que também vão agradando a alguns dos nossos amigos.
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A Arrelia do Quico - O blog que o Quico dedicou aos seus amigos e denuncou o mundo todas as suas arrelias, originadas neles.
Os Amigos do Quico - Este é o blog que o Quico dedicou, especialmente, aos seus amigos. Aqueles que ele chamou "os filhos do Sol".
Fotoblog do Quico - neste blog o Quico colocava as fotos dos seus amigos que o Ventor trazia para casa.
Ventor em África - Por qui, o Quico colocou muitas das histórias que o Ventor lhe contava das suas caminhadas africanas. Vivendo as Memórias foi o que o Ventor fez com o Quico, recordando vinte e seis meses pelo Continente Negro.
O Ventor no Passado - Foi a caminhada de todas as caminhadas. Dizia o Quico para o Ventor: "se tu caminhavas tanto, se perdes tantas horas de dia e de noite, com geografias e histórias que os humanos levaram à morte de milhões daqueles que constituem a sua própria espécie, só nos os dois, para nós e para o mundo, vamos com toda a calma, chamar-lhe a Grande Caminhada.
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Adrão e o Ventor - Adrão é o berço do Ventor. Foi lá que ele nasceu e viveu os primeiros 15 anos da sua vida. É o blog onde o Ventor fala de si e da sua gente e dos seus lugares de sonhos.
Os Trilhos da Memória - Sempre que o Ventor ia fazer uma caminhada, quando chegava, sentava-se escrevia e falava de tudo ao Quico.
Flores da Vida - As flores que têm acompanhado o Ventor nos últimos anos. O Ventor chamou-lhes, inicialmente, Flores de Inverno porque era Inverno quando o Ventor recomeçou a admirar as flores.
Planeta Azul - Este é o Blog que o Ventor dedica aos temas do nosso Planeta Azul. Uma beleza na nossa Esfera.
Páginas Brancas - Um blog que o Ventor dedicou à classe dos sujos - os políticos!
Rádio Ventor - Este é o blog que o Ventor dedica às músicas para a sua Rádio. O Ventor e o Quico gostavam de música, mas a mim, entra-me por um ouvido e sai-me pelo outro!
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