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Pilantras com o Quico

Pilantras, pelos Trilhos do Quico na Grande Caminhada

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Pilantras com o Quico



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22
Mai13

Há milhares de Anos na Índia

Pilantras

Todos nós, até eu, olhando o mapa-múndi, topamos logo com aquela figura de mapa, na prática, de um cone invertido que sai do sul do continente asiático e parece querer mergulhar pelo Oceano Indico dentro.

Também, todos nós, até gatos que tenham acesso aos grandes meios de comunicação, sabem algo sobre esse sub-continente mágico, o sub-continente indiano.

Já todos ouvimos falar desse grande planalto indiano a que os homens chamaram o Planalto do Decão. Também já ouvimos falar dos Ghats: os ghats ocidentais e os gatos orientais, cordilheiras que o Oceano Índico construiu, talvez, naquele toma lá dá cá, da estalada, eterna, entre o mar e a terra.

 

 

Música da Guerra dos Tronos (Games of Thrones)

 

Olhando todos esses vales por onde correm grandes rios como o Ganges (o Grande rio Sagrado) e o rio que passa em Nova Dehli, o rio Yamunda que passa junto àquele sítio a que alguém (um amigo meu), deu o nome de "Amor de Pedra Feito", em Agra e desagua, lá para baixo, no rio Ganges.

Quase todos os rios que descem dos Himalaias como o Ganges e os que nascem no Planalto do Decão, descem rumo à costa oriental e desaguam no Golfo de Bengala.

 

Mas a Índia, como dizia um dos meus amigos que utiliza o pseudónimo de Massarico e que já fez umas caminhadas pela Índia, é um mundo de muitos fenómenos religiosos, sociais e culturais.

Aliás, disse-me o Ventor que os indianos têm sido uma convulsão de castas pelos séculos fora, pelos milénios.

 

Como podemos avaliar por tudo do que sabemos, toda aquela região que hoje integra a Índia e o Paquistão, foi antes da chegada dos europeus, uma região formadora de reinos e de impérios. Por ali se digladiaram forças de campos opostos e, até, talvez, segundo rezam os investigadores de velhas civilizações, se calhar, por ali se travou uma das maiores, talvez a maior batalha da humanidade.

Poderia fazer parte dessa série da Guerra dos Sete Reinos ou Guerra dos Tronos que anda aí pelas TV's.

 

Muitos de vós, como eu e o Ventor, nunca terão ouvido falar da Batalha de Kurukshetra. Pois terá sido mais que uma batalha. Terá sido uma guerra. Uma guerra onde se deu uma batalha que durou 18 dias.

 

 
Manuscrito ilustrado da Batalha de Kurukshetra
 
Antes de continuar deixo-vos aqui a informação de que o local dessa batalha, fica perto de Nova Deli, lá para o norte da Índia. O texto que descreve esta batalha foi escrito por um dos dois maiores épicos clássicos da Índia - o Mahabarata. 
Terá sido uma luta entre dois clãs irmãos pelo trono de Hastinapura, hoje uma estação arqueológica, a Nordeste de Nova Deli.
Os Hauravas e os Pandava conseguiram arrastar reinos que se digladiaram pelos clãs rivais.
 
O Mahabarata, conta-nos que esta batalha durou 18 dias e que se enfrentaram grandes exércitos de toda a Índia. A batalha, como podemos imaginar não se deu num ano certo de um qualquer calendário mas, os indianos que se dedicaram aos seus estudos, acreditam que ele se terá dado entre 3.100 A.C. e 800 A. D. Enfrentaram-se 1.530.900 homens do lado dos Pandava e 2.405.700 homens do lado dos Kauravas. No final da batalha não foi difícil contar os sobreviventes. Ao todo 8 Pandavas e 4 Kauravas.
 
Esta batalha que durou 18 dias, ocupa metade do livro de 74.000 versos, apesar de a outra metade descrever séculos de história. 
 
21
Mai13

Eu sou o Pilantras

Pilantras

Para os que não sabem, eu sou um dos novos amigos do Ventor.

O Ventor tirou-me da rua, tal como tinha feito com o Quico. Levou-me ao Veterinário, estive lá uns dias e fui tratado como um Príncipe. Príncipe com letra grande, pois claro!

Nos dias que lá estive, pensei que o Ventor me quisera só por uns dias e me tinha abandonado mas, ele achou que já chegava de veterinário e foi buscar-me um dia mais cedo.

 

Disse à minha dona que iam beber o café a Lisboa e, se a coisa fosse possível, traziam-me com eles. E foi assim. Vim com eles mas, vinha aflito dentro de uma transportadora grande que a veterinária nos emprestou porque eu trazia um funil ao pescoço. Quando o Ventor me trazia para casa, eu fiz tudo para me ver livre daquele casarão, revoltei-me e consegui abrir a porta. Quando o Ventor deu por isso já eu ia a correr pelo passeio acima, rumo ao meu jardim. Depois o Ventor e a minha dona foram-me buscar ao rio, onde eu meti a cabeça com o funil no meio de calhaus amontoados e tanto puxei que o tirei, mesmo nas barbas do Ventor. Depois fugi para um cano onde passam as águas das sargetas, onde me costumava esconder dos cães e disse para mim que mais ninguém me voltaria a apanhar! 

 

 

Eu sou o Pilantras e observo tudo desde o miradouro do Quico

 

Mas não fui capaz!

A minha dona chamava-me como sempre: "Chaninho, anda cá Chaninho, vem comigo para comeres que deves estar cheio de fome. Eu sei do que tu gostas e a tua veterinária não sabia. Anda chaninho que eu não te coloco o funil" ... etç.

Bem, se eu não acreditar nela que sempre me tem dado de comer, em quem acreditar? Se não faço o que a minha amiga quer, com a perna aleijada, pendurada, sem forças, estou tramado! O melhor é fazer o que ela me pede!

 

Lembrei-me do que os amigos do Quico me diziam e como ele e o Ventor eram amigos. Depois pensei que, eu e o Ventor nos podíamos dar muito bem e perguntei à minha dona se não me punham o funil. Ela disse que não e pronto! fui ter com ela e dei-lhe muitas marradinhas. Levaram-me para casa e, comi tudo que havia de bom para mim, depois fui dormir toda a tarde.

Uma semana depois, para meu azar, o Ventor meteu-me naquela casota de grades e obrigou-me a ir com ele para Lisboa para eu apanhar mais uma pica. Fui mas, fui sempre a refilar. Acho que não posso confiar muito neste gajo, pensava eu. Vai-me abandonar aqui outra vez. Estou tramado, pensei eu!

 

A veterinária esteve a conversar com o Ventor, deu-me uma pica e continuaram a conversa. Depois o Ventor disse para a veterinária: "agora vai ser o diabo para o meter na gaiola". Pensei com os meus botões que o Ventor era mais maluco que eu e, resolvi colaborar. Virei-me para a porta da gaiola e entrei. Voltei-me para eles e disse ao Ventor: "se é para irmos embora vamos"! O Ventor fechou a porta, pagou e fomos para o carro. O que eu queria era ver-me dali para fora.

Viemos para casa, refilei pouco com o Ventor porque queria que ele soubesse que eu não gosto nada de andar de carro. Depois o Ventor disse à minha dona que eu me portei bem e fiquei todo contente. Agora o Ventor deixa-me mexer em tudo e pôs-me a rever tudo o que o Quico deixou feito aqui. Disse-me que eu vou ser o seu novo Secretário e que, se eu me portar bem, será tanto meu amigo como foi do Quico.

Eu cá vou ter de me portar bem! Farei tudo para isso e vocês, aqueles que forem meus amigos como foram do Quico, vão ter de me aturar!


Pangea

Atum o Deus Criador

Atum o Deus Criador

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